EUA e Venezuela fecham acordo histórico de petróleo após queda de Maduro

WASHINGTON — Em um desdobramento direto da recente intervenção militar na América do Sul, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (6) um acordo estratégico com o governo interino da Venezuela. Segundo o comunicado, o país sul-americano entregará entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo "de alta qualidade" aos americanos.

🛢️ Detalhes do Acordo Energético

O anúncio, feito por meio das redes sociais, detalha que o petróleo será comercializado a preço de mercado. O volume negociado é massivo: corresponde a aproximadamente dois meses da produção total atual da Venezuela.

Trump destacou que o governo americano assumirá o controle direto sobre a gestão dos recursos financeiros gerados pela venda. O objetivo, segundo o presidente, é "garantir que os fundos sejam aplicados integralmente em benefício dos povos da Venezuela e dos Estados Unidos", evitando o desvio de verbas.


🎖️ O Contexto: Operação Militar e Queda do Regime

O acordo ocorre apenas três dias após uma operação militar norte-americana em solo venezuelano que culminou na captura (descrita como sequestro pela narrativa oficial anterior) do ditador Nicolás Maduro.

  • Impacto da Operação: O confronto resultou na morte de ao menos 55 militares venezuelanos e cubanos que faziam a guarda do regime.

  • Fim do Bloqueio: Desde dezembro, a Venezuela acumulava milhões de barris estocados em navios e tanques devido ao embargo total imposto por Washington, medida que acelerou a queda de Maduro.


🌐 Mudança Geopolítica: Da China para os EUA

Informações reveladas pela agência Reuters indicam que o acordo representa uma mudança drástica na geopolítica do petróleo:

  1. Redirecionamento: O óleo bruto que anteriormente era destinado à China agora será enviado diretamente às refinarias norte-americanas.

  2. Negociações em Curso: Autoridades de ambos os países seguem em reuniões para agilizar o escoamento do estoque que estava paralisado por conta do bloqueio econômico.

Análise: Este movimento consolida a influência dos Estados Unidos na região e garante uma reserva energética imediata, ao mesmo tempo em que asfixia os antigos contratos comerciais entre Caracas e Pequim.


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